Polícia Civil faz operação contra a quadrilha do miliciano Ecko

By | fevereiro 14, 2019

Policiais civis do Departamento de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro realizam, nesta quinta-feira, uma operação de combate à milícia que tem à frente Wellington da Silva Braga, o Ecko, um dos bandidos mais procurados do Estado do Rio. A ação visa a cumprir 20 mandados de prisão, 18 de busca e apreensão e sequestrar bens da organização criminosa, avaliados em R$ 4,8 milhões. Há equipes na capital e na Baixada Fluminense.

Entre os procurados está Luiz Antônio da Silva Braga, o Zinho, irmão de Ecko. Ele, que é sócio da Macla Extração e Comércio de Saibro, é apontado como responsável por lavar o dinheiro do grupo paramilitar e usaria a empresa para isso. Zinho e os demais procurados são acusados de crimes como organização criminosa, extorsão, porte ilegal de arma, tráfico de drogas e agiotagem.

Entre os endereços que tiveram o sequestro decretado pela Justiça está uma mansão de Zinho, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste da capital. O imóvel, que fica num condomínio, é avaliado em R$ 1,7 milhão, segundo a polícia. Outros endereços na mira dos agentes são: um sítio em Seropédica, na Região Metropolitana, que vale R$ 1,3 milhão; uma casa de um policial em Campo Gramde, na Zona Oeste, avaliada em R$ 1 milhão; e um imóvel em Itaguaí, na Baixada, no valor de R$ 850 mil.

A operação tem apoio da Delegacia de Repressão a Ações Criminosas (Draco), da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e do Batalhão de Ações com Cães (BAC) da Polícia Militar. Por informações que levem à prisão de Ecko o Disque-Denúncia (21 2253-1177) oferece uma recompensa de R$ 10 mil.

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